Jon Ola Sand lança apelo ao governo da Ucrânia
Depois da tentativa falhada em pôr fim à polémica em torno da proibição imposta a Julia Samoylova, o supervisor executivo do Festival Eu...
Depois da tentativa falhada em pôr fim à polémica em torno da proibição imposta a Julia Samoylova, o supervisor executivo do Festival Eurovisão fez um apelo ao Governo da Ucrânia para que reverta a decisão.
A União Europeia de Radiodifusão (EBU/UER) revelou, durante a tarde de ontem, que apresentou uma nova proposta para que Julia Samoylova, candidata escolhida pela Rússia, possa atuar no na Eurovisão 2017, apesar da proibição imposta pelo governo ucraniano.
Segundo Jon Ola Sand, supervisor executivo do evento, o organismo enviou um apelo ao primeiro-ministro do país: "Apelámos ao primeiro-ministro e ao governo para que revertam a decisão, fazendo com que a proibição entre em vigor somente após a Eurovisão".
De realçar que Julia Samoylova foi proibida de entrar em território ucraniano durante três anos, depois de ter sido revelado que a mesma participou num concerto na Crimeia, península anexada pela Rússia, em 2014, sem a permissão especial do governo da Ucrânia. Deste modo, a cantora não poderá entrar em território ucraniano num período de três anos, algo que a EBU/UER tenta que seja adaptado para permitir a sua participação no Festival Eurovisão.
De realçar que Julia Samoylova foi proibida de entrar em território ucraniano durante três anos, depois de ter sido revelado que a mesma participou num concerto na Crimeia, península anexada pela Rússia, em 2014, sem a permissão especial do governo da Ucrânia. Deste modo, a cantora não poderá entrar em território ucraniano num período de três anos, algo que a EBU/UER tenta que seja adaptado para permitir a sua participação no Festival Eurovisão.

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